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AMBIENTE

AMBIENTE

Índice:

Ecoeficiência
Produção mais limpa
Agenda 21
Perspetiva histórica das questões ambientais


ECOEFICIÊNCIA

Em 1992, no relatório “Mudando o Rumo”  (Changing Course), o WBCSD introduziu o conceito de Ecoeficiência (ecoefficiency) como ferramenta crucial para o planeamento estratégico das empresas.

A ecoeficiência é alcançada pelo fornecimento de bens e serviços a preços competitivos, que satisfazem as necessidades humanas e proporcionam qualidade de vida, enquanto são progressivamente reduzidos os impactos ambientais dos bens e a intensidade de recursos, ao longo de todo o ciclo de vida, a um nível pelo menos ajustado à capacidade de carga estimada da Terra.
A ecoeficiência integra o conceito mais vasto de Produção e Consumo Sustentável (SP&C - Sustainable Production and Consumption), que tem em vista o uso sustentável dos recursos naturais, e significa “produzir mais com menos”.
Podem ser definidos vários critérios de Ecoeficiência, como se indica em seguida:
Critérios de Ecoeficiência
*Minimizar a intensidade de materiais dos bens e serviços;
*Minimizar a intensidade energética dos bens e serviços;
*Minimizar a dispersão de materiais tóxicos pelas empresas;
*Acentuar a reciclabilidade dos materiais;
*Maximizar o uso sustentável de recursos renováveis;
*Prolongar a durabilidade dos produtos das empresas;
*Aumentar a intensidade de serviços dos bens e serviços das empresas.

in Manual "Ambiente" - Nova Etapa

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PRODUÇÃO MAIS LIMPA

Produção Mais Limpa (Cleaner Production) é o conceito introduzido pelo UNEP (United Nations Environment Programme) Indústria e Ambiente em 1989, e que consiste na aplicação contínua de uma estratégia ambiental integrada preventiva aos processos, produtos e serviços para aumentar a Ecoeficiência e reduzir os riscos para seres humanos e ambiente.
A Produção Mais Limpa aplica-se a:
*“Processos de produção: conservação de matérias-primas e energia, eliminação de matérias-primas tóxicas e redução da quantidade e toxicidade de todas as emissões e resíduos;
*Produtos: redução dos impactos negativos ao longo do ciclo de vida de um produto, desde a extração de matérias-primas até à eliminação final;
*Serviços: incorporação das preocupações ambientais na conceção e entrega dos serviços.”

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AGENDA 21

A AGENDA 21 é o Plano de Ação das Nações Unidas que visa o Desenvolvimento Sustentável, a ser posto em prática ao nível global, nacional e local. Adotado por 178 países na Conferência das Nações Unidas sobre Ambiente e Desenvolvimento (CNUAD), também conhecida por “Cimeira da Terra” ou “Conferência do Rio” (Rio de Janeiro, 3 a 14 Jun. 1992), foi confirmado na Cimeira Mundial sobre Desenvolvimento Sustentável (Joanesburgo, 26 Ago. a 4 Set. 2002).

A Agenda 21 cobre os seguintes assuntos:

* Pobreza;
* Saúde humana;
* Padrões de consumo;
* Dinâmica demográfica;
* Proteção da atmosfera;
* Usos do solo;
* Desflorestação;
* Desertificação e secas;
* Agricultura sustentável;
* Biodiversidade;
* Gestão das biotecnologias;
* Proteção dos oceanos;
* Mares e zonas costeiras;
* Proteção dos recursos de água doce;
* Substâncias químicas tóxicas;
* Resíduos perigosos;
* Resíduos sólidos, esgotos e saneamento.

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PERSPETIVA

Em 1972, realizou-se, em Estocolmo, a Conferência das Nações Unidas sobre Ambiente Humano, relativa à preservação e melhoria do ambiente humano; nesta conferência foram proclamados diversos princípios, relacionados com a qualidade ambiental e o desenvolvimento económico e social.

As questões ambientais foram ganhando importância ao nível político e começou a desenvolver-se vasta legislação ambiental. Entretanto, ocorreram acidentes industriais graves, entre os quais se destacam o derrame na fábrica de pesticidas da Union Carbide India Limited, em Bhopal (Índia), em 1984, e o acidente na central nuclear de Chernobyl (ex-URSS), em 1986. Foi neste contexto que foi publicado, em 1987, o relatório “O Nosso Futuro Comum” (Our Common Future), elaborado pela Comissão Mundial sobre Ambiente e Desenvolvimento (Comissão Brundtland). Neste relatório, em que é analisada a relação entre desenvolvimento económico e proteção do ambiente, foi feita a primeira referência marcante ao «desenvolvimento sustentável».

Foram desenvolvidas muitas outras iniciativas, as quais culminaram, em 1992, na Conferência das Nações Unidas sobre Ambiente e Desenvolvimento (CNUAD), realizada no Rio de Janeiro. Na CNUAD, também conhecida por “Cimeira da Terra” ou “Conferência do Rio”, foram definidos objetivos a atingir ao nível global e local no âmbito do Ambiente e Desenvolvimento - a Agenda 21.

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