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SOCIEDADE

SOCIEDADE

Índice:

Cérebros como emaranhados Fios de Pesca
Você sabe quem é?
Uma sociedade de acomodados
Precisa-se ação em vez de lamentos
Fazer a Diferença
Raciocínios claros Precisam-se
É preciso redignificar a palavra
Os rasgos individuais na equipa
Reviravolta nos modos de Ser e Fazer
Telefone o elo entre nós e eles


CEREBROS COMO EMARANHADOS FIOS DE PESCA

A conjuntura que se atravessa está a fazer com que muitos se sintam como que emparedados.
Há uma ausência de auto estima. A visão que se tem do mundo é a de uma sociedade frágil, incerta, imprevisível, que cria angústias aos que vivem da reforma.  Mas também aos que vivem do trabalho. Tira aos jovens, a possibilidade de fazerem a sua vida. Obriga-os a não deixarem a casa dos pais. As licenciaturas não servem para arranjar emprego,  nalguns casos até atrapalham e têm de ser omitidas dos curriculuns. A prisão que os jovens sentem ao não poderem sair da casa dos pais e fazer a sua vida, acaba  certamente por criar problemas de relacionamento no seio da família, pois o mundo mudou muito nos últimos anos e as mentalidades de uns e outros são diferentes. Como se isso não bastasse muitos pais, começam a sentir dificuldades em ajudar os filhos e a dar-lhes o que eles necessitam. Uns por terem visto reduzida a sua reforma, outros porque perderam o emprego e os que o mantém para além de não terem visto aumentados  os seus ordenados, vêm-nos ainda decrescer devido ao aumento dos impostos. Não admira por isso que o  cérebro de muitos,  esteja a parecer cada vez mais, uma espécie de emaranhado fio de pesca, arrastando com ele a lucidez dos raciocínios!
O futuro está a tomar conta do presente e o presente não é vivido com medo do futuro! As pessoas estão a retrair-se cada vez mais de tomarem decisões. Os que  governam aparentam cada vez mais indefinições, onde parece que nada do que se faz é pensado.  Além disso dão o dito por não dito, como quem muda de camisa. Não se apercebem de que  a falta de clareza e de credibilidade impedem a economia de funcionar.
Os órgãos de comunicação social, com os seus comentadores, contribuem para aumentar os receios e a apatia em que se vive. Parece ter chegado a altura de ignorar os  analistas. Eles preenchem as suas vidas com especulações e conjeturas. Nove em cada dez vezes, analisam tudo ao contrário, porque na maior parte dos casos, os seus conhecimentos são espantosamente limitados.
Parece ter chegado o momento de dentro do possível cada um redefinir as suas metas e de acordo com as suas disponibilidades lutar por elas, porque aos ciclos de depressão sucedem-se intensos e sustentados movimentos de crescimento económico.

António Mão de Ferro

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VOCÊ SABE QUEM É?
 
Nos tempos que correm a objetividade afasta-se tanto mais, quanto se pretende alcança-la. Numa boa parte das vezes, a objetividade é inatingível e irrelevante e na pior, simplesmente falta. Esta dificuldade de operacionalizar as coisas, advém do facto de na maior parte das vezes se representar papéis em vez de se ser o próprio. Representa-se o que se pensa que pode convir mais. Daí que às tantas se tenha dificuldade em ter raciocínios claros, para já não dizer uma linha de rumo coerente. Nestas circunstâncias, mesmo que o próprio se interrogue: Quem sou eu?  A resposta se se fosse sincero consigo mesmo, seria: Não sei, depende da situação em que estou envolvido.
A pessoa deixa de ser ela para ser  a soma dos papéis que desempenha. É uma quando está a representar e outra quando não está. Pensa como pensa, porque também é como é. Como poderá na realidade pensar de modo diferente das vivências em que participa, do sucesso ou insucesso das suas ações, das oportunidades que lhe surgem, das facilidades ou dificuldades que tem que vencer?
A interrogação é o motor da atividade humana, mas as perguntas que se fazem e as respostas que se dão, de modo algum estão desligadas do ambiente em que se está inserido. De tanto se representar, fica-se com uma  espécie de pála que parece ter-se de cada lado dos olhos. Ela faz-se cada vez mais sentir à medida que os postos de trabalho, se vão tornando mais pobres e as normas de regulação aumentam, porquanto não deixam lugar à descoberta de novas maneiras de organizar os processos de trabalho, mesmo que se constate que a produtividade  deles está abaixo daquilo que seria desejável, a criatividade, não é estimulada. As grandes organizações, pensam pelos colaboradores, mesmo que sejam de outros países e com outras culturas.
Não admira por isso que cada vez se sinta mais a imprecisão daquilo que se está a falar e a sentir, daí que por vezes a palavra seja uma máscara e a opinião um esconderijo.
 
António Mão de Ferro
 

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UMA SOCIEDADE DE  ACOMODADOS
 
A degradação de muitos  Organismos Públicos, deve-se ao facto dos responsáveis que ali trabalham  se preocuparem mais em fazer as vontades a quem os lá meteu, do que ao atingirem os objetivos da Instituição.
Nos locais onde a produtividade não é medida, os responsáveis rodeiam-se de indivíduos dóceis, seguidistas, acomodados, apáticos, autênticos nabos e para qualquer função de chefia, da mais importante à mais insignificante, arranjam maneira de fazer com que seja nomeado  esse tipo de gente (é claro que há honrosas exceções), que se convence da sua importância e fala com sobranceria.
Como esses carreiristas,  não tem competências para fazer nada de jeito, levam o tempo a tentar tramar os que não se submetem à sua incompetente gestão.
Acomodados a funções laborais rotineiras, preocupam-se mais em organizar normas para controlar os que não obedecem às suas palermices, do que em definir estratégias para obterem resultados e isto porque sabem que a sua gestão pode ser má, porque desde que obedeçam cegamente a quem os nomeou, irão ocupar lugares ainda com mais “prestígio”.
Quem não pactua com os insignificantes, acaba por se ver envolvido em problemas e muitas vezes é posto de lado.
Para além de degradar as Instituições, esta situação está a contribuir para que tenhamos uma sociedade de acomodados, pois  mostra que para se ser bem -sucedido na vida, é mais importante ser subserviente em relação ao chefe, pertencer a partidos políticos ou grupos de pressão, do que ser competente.
Importa por isso alertar para a importância de reavivar valores como a honestidade, a coerência, a seriedade, a  palavra dada, a competência. Num momento em que nos deparamos com um vazio de ideias, porque não lutar por estes valores?
 
António Mão de Ferro

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AÇÃO PRECISA-SE
 
Um meu patrício Alentejano andava aborrecido com o que  ganhava. Ao ver o seu aborrecimento uma pessoa querendo ser simpática disse-lhe: - Pois é você está a ganhar pouco. A resposta dele foi: - Também para aquilo que eu trabalho! Passados uns dias a mesma pessoa encontrou-o novamente  e no meio da conversa lá lhe foi dizendo: Pois é você trabalha pouco, e a resposta: Também para aquilo que eu ganho!
Esta indiferença parece estar a caraterizar as pessoas. A situação económica razoavelmente confortável que se viveu, parece ter tornado as pessoas apáticas e com pouca agressividade no desempenho da profissão e até algum desleixo na procura de emprego. As Escolas e as Faculdades deixaram de ser exigentes. As ideologias esbateram-se. A família deixou de veicular os valores e referências do passado. As leituras de livros, foram substituídas pelas novas tecnologias que são agora os grandes difusores das referências e para a maioria das pessoas parece que isso lhe basta.
Ao andarem ao sabor do nada ou dos média, que não fazem refletir,  os homens e as mulheres, adotam valores e atitudes que nem sempre se coadunam com a sua natureza e com aquilo que defendem.
Por isso o indivíduo divide-se entre o eu de que desertou e o eu que julga que é e que aceita. Isso cria-lhe  sentimentos que ora provocam reações positivas, ora negativas. A situação em que se encontra exige-lhe que o seu comportamento se adapte a conjuntos divergentes de atitudes e valores, o que nem sempre é fácil, porque aquilo que lhe parece certo num dia, está errado no dia seguinte, ou, o que ainda é pior, parece certo e errado ao mesmo tempo.
Estas contradições criam frustrações ao homem e à mulher, na medida em que por vezes têm dificuldades em saber se devem avançar ou recuar nos seus propósitos para a superação de obstáculos que se lhe apresentam. Parecem aquele guarda-redes que saiu da baliza, mas que ficou a meio. Isto é saiu, mas não o suficiente porque entretanto hesitou e isso foi-lhe fatal, sofreu o golo com que a sua equipa foi derrotada!
Mais do que o esforço dispendido estas hesitações entre a satisfação e a insatisfação, o avançar e o recuar, criam mais cansaço e stress do que se a pessoa de acordo com as suas características, definisse claramente onde pretender chegar  e uma vez a situação definida, se implicasse com força e entusiasmo, para alcançar o que deseja. A hesitação e a indiferença fazem despender energias na procura  do equilíbrio entre a discordância e a harmonia, a repulsa e a atração e aos poucos a pessoa começa a valorizar mais a paz interior e a estabilidade e daí à apatia e ao deixa andar é um passo para a construção de uma sociedade de acomodados, onde a lei do menor esforço se instala.
Nos dias conturbados em que vivemos é urgente que se saiba o que se quer e se lute para o conseguir. Estamos num momento em que é preciso ação e  só se ouvem lamentos!

António Mão de Ferro

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FAZER A DIFERENÇA

A maior parte das organizações ainda não se deram conta de que pequenas diferenças fazem as grandes diferenças. Imagine uma final de atletismo: Por vezes, o segundo classificado fica tão próximo do primeiro que se tem dificuldade em discernir quem ganhou. No entanto os proveitos de um e de outro são incomparáveis, não só em termos financeiros, como em prestígio.
Do que ficou em primeiro lugar falar-se-á durante muito tempo, do que ficou em segundo quase nem se ouve falar. Será que o primeiro é muito melhor que o segundo. Certamente que não, mas uma pequena diferença no desempenho fez uma enorme diferença. O momento que atravessamos exige um empenhamento cada vez maior por parte das pessoas, para que façam sobressair as pequenas diferenças. Precisa-se da atitude que evidencia aquele jogador de futebol que corre atrás de uma bola que está quase a sair pela linha de cabeceira, a apanha e marca golo, quando os outros não acreditavam ser possível apanhá-la.
A alteração dos mercados, a obsolescência dos produtos, exigem uma força de trabalho inovadora e com capacidade rápida de adaptação, para chegar primeiro que os concorrentes e fazer a diferença. As empresas têm que se assemelhar a um caleidoscópio que não para de girar e estar prontas para adaptações rápidas, o que exige cada vez mais estruturas ágeis e flexíveis. É fundamental que os colaboradores sejam capazes de desempenhar tarefas diversificadas, tenham raciocínios claros, revelem atitudes e conhecimentos que lhes permitam estar à altura dos novos desafios, que passam não só por produzir mais e com mais qualidade, mas também por alterar estratégias com frequência , mensalmente, semanalmente, diariamente  ou pasme-se muitas vezes ainda antes de serem implementadas!

António Mão de Ferro

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RACIOCÍNIOS CLAROS PRECISAM-SE

Por muito estranho que pareça e por muito más que a pessoa tenha achado as diferentes fases da vida, é normal falar delas, especialmente aos mais novos e dizer  que no seu tempo é que era bom: respeitavam-se os valores, era-se mais feliz, a autoridade era respeitada, as regras eram mais claras e a escola é sempre recordada com agrado, amargura ou saudade, mas sempre com emoção.
Isso explica em parte o facto de haver quem dirija apelos aos setores que antes desprezava. Isto é tanto mais notório quando os valores a que a pessoa se habituou, vacilam  e quanto mais ela vir os pilares em que eles assentam tombarem. Quando assim acontece, procura encontrar portos de abrigo onde possa atracar.
Em períodos de insegurança não é raro, o refúgio no passado e  ter-se visões que apontam para o desmoronamento e considerar que as ideias fundamentais em que assenta a sociedade atual estão caóticas. Daí argumentar-se que se raciocina cada vez menos e  que se está a atingir um ponto em que começa a haver um convencimento de que não vale a pena agir, porque fazê-lo é o mesmo que conduzir um carro velho e ainda por cima travado!
Não se nega a importância do passado, mas a ânsia de comparar tudo com as experiências anteriores e julgar tudo á luz dos seus valores pode impedir que se faça uma análise coerente do aqui e agora e se verifique que existe uma grande necessidade de ação. Necessita-se de raciocínios claros para que tenhamos  organizações com regras, disciplina, capacidade de previsão do futuro, que restituam o sonho e a ilusão e transformem as ideias em atos.

António Mão de Ferro


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É PRECISO REDIGNIFICAR A PALAVRA

Assistimos cada vez mais a situações em que as pessoas parecem agir como se fossem apenas uma parte daquilo que são e o resto ficou noutro lado. Diz-se uma coisa e faz-se outra. Tudo é verdade como o seu oposto. Terá a palavra o valor de uma insignificante casca de ovo? Acabaram-se os cavalheiros?
Ainda não há muito tempo, o que tinha palavra era considerado um cavalheiro. Isso era mais importante do que ter uma conta elevada no Banco. Fazia os negócios que queria. Palavra era palavra. Era uma espécie de pedra tocada, pedra jogada no xadrez.
Não era preciso ter carisma, poder de convicção, ou pôr entusiasmo no discurso. O que era preciso era cumprir o combinado.
Como as coisas mudaram. Os meios de comunicação puseram a nu a charlatanice, as tramas, as intrigas, dos que têm responsabilidades de dirigir. Dá-se o dito pelo não dito, sem qualquer receio do ridículo. Uns fazem-no com todos os pormenores, outro com vastas generalizações, o curioso de tudo isto é que há responsáveis que afirmam que quem é fiel à palavra, não vai longe. É impressionante esta constatação de que quem se quiser assumir por inteiro terá grandes dificuldades.
Esta situação reflete-se no trabalho e no dia-a-dia e reclama normas, autoridade. No tempo dos cavalheiros as normas e a autoridade eram dispensadas, porque quando os costumes fazem quase tudo, aquelas só atrapalham.
A situação atual conduz à irracionalidade, ao erro, ao esquecimento de quem se é, de onde se vem. Quando se passará a apreciar os que se dão ao trabalho de  ser decentes?

António Mão de Ferro
Fonte: Blog Estrolábio

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OS RASGOS INDIVIDUAIS NA EQUIPA

Será possível que o homem e a mulher encontrem o tão ambicionado equilíbrio entre segurança e aventura? A inquietação do homem e da mulher sempre existiram. Hoje, mais do que nunca, é preciso encontrar condições que ajudem a suprir ou atenuar a sua intranquilidade e o stress que isso lhes causa, permitindo-lhes que se afirmem sem restrições. Tarefa difícil, se se tiver em conta que o ser humano gosta de agredir e dificilmente se concebe que consiga viver num mundo, onde “todos se amem uns aos outros” sem rivalidades.
Virá o primitivo do homem e da mulher ao de cima em determinadas situações, evidenciando as suas características de batoteiros? Por um lado estabelecem leis, por outro procuram escapes inocentes ou não, para as trapacear. Existirá um desejo secreto de substituir a segurança pela glória e aventura?
Quando se conseguir encontrar um meio que permita ao ser humano assegurar a tranquilidade e a paz, será uma monotonia. Encontrar um equilíbrio no quadro de um grau de segurança essencial para a vida em sociedade, com possibilidade de aventura e contestação compatíveis com o mundo civilizado, é o grande desafio a vencer pelos gestores das empresas. É importante que partindo do adquirido se recrie o existente, se valorize e reconheça a cultura da organização, mas que se evite que as regras se constituam como o principal obstáculo a ultrapassar e não permitam rasgos individuais dos colaboradores, que não se sujeitam ao rebanho.
As organizações do futuro só conseguirão responder aos desafios, se conseguirem criar espaços que permitam que o ser humano manifeste as suas contradições, possibilitando a existência de génios e os seus rasgos individuais e consigam materializar os seus efeitos, nos resultados da comunidade de trabalho, tal como acontece numa bem-sucedida equipa de futebol.

António Mão de Ferro
Fonte: Blog Estrolabio

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REVIRAVOLTA NOS MODOS DE SER E FAZER

Ainda não há muito tempo que a integração na comunidade era feita através da família.
Quando se fala nisso recorda-se esse tempo com agrado, amargura ou saudade, mas normalmente com emoção. Essa transmissão de usos e costumes permitia a interiorização de valores socialmente aceites e a sua submissão a eles. A família nuclear era a base da primeira ação formativa.
Neste momento assistimos a uma desagregação da família e a ação que se verificava, está a diluir-se. Será isso preocupante? Penso que não.
Não raras vezes, no seio da família nuclear, o chefe de família, “cabeça de casal”, punha em situação de dependência e submissão a mulher e os filhos. O controlo que era exercido e o conceito de honra, limitavam o acesso a outras formas de cultura, dificultando a inovação e a criatividade, desde que não se coadunassem com as regras que a família veiculasse.
Talvez isto explique o facto de muitas empresas ainda funcionarem na base dos mesmos princípios da família nuclear tradicional e, como tal refugiarem-se na segurança de um sistema fechado, cujas verdades são defendidas como uma espécie de porta-estandarte. Esse modo de funcionamento dificulta o desenvolvimento dos colaboradores e a sua capacidade de adaptação porque os alicerces em que assenta acabam por ruir.
O importante nos dias que correm não é acatar uns tantos conceitos, umas tantas normas. O fundamental é ter capacidade para raciocinar, para fazer coisas. Não raciocinar é o mesmo que ter os olhos fechados sem fazer esforço para os abrir. É preciso duvidar das certezas, eliminar a apatia e provocar uma reviravolta nos modos de ser e de fazer.

António Mão de Ferro
Fonte: Blog Estrolabio

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TELEFONE O ELO ENTRE NÓS E ELES

Atendimento Telefónico “ O elo entre nós e eles”
O telefone é um dos elos de ligação entre o cliente e a empresa, e por vezes o mais utilizado.
Comunicar eficazmente com o outro é um fator determinante para uma comunicação de qualidade, e é fundamental para a transmissão, apreensão e descodificação de inúmeras informações que emitimos e rececionamos no decorrer das relações pessoais e interações profissionais que mantemos no nosso dia-a-dia.
O êxito de uma empresa depende da forma como ela perceciona e estrutura o seu processo comunicacional, permitindo a percetibilidade da comunicação, em todos os níveis, de forma a assegurar a compreensão clara da mesma.
Assim sendo, o atendimento telefónico deve transmitir uma imagem profissional, de eficácia da organização e a capacidade de dar resposta aos seus clientes.
Para tal devem existir procedimentos básicos de atendimento.

Aspetos Importantes do Atendimento Telefónico numa empresa:
Valorizar a Imagem da Empresa
Dar respostas às Necessidade e Exigências dos Clientes
Para que se consiga alcançar um excelente nível de Atendimento Telefónico, há que ter em consideração alguns elementos chaves:
A Voz
A Articulação
A Intensidade
O Tom
Contudo, há que obedecer as etapas do Atendimento Telefónico.

Abordagem Inicial
Apresentação
Assertividade
Empatia

Desenvolvimento
Diálogo
Clareza
Escuta Ativa

Conclusão
Importância do Feedback
Capacidade de dar Resposta
Despedida
Agradecimentos

Dominar as técnicas de Atendimento Telefónico, tornou-se numa exigência para a imagem e sobrevivência das empresas, e é fundamental que os profissionais do Atendimento Telefónico reconheçam os aspetos fundamentais e que estão na base de todo Atendimento de “Excelência”.
E como consequência, a adoção desses procedimentos irão evitar situações desagradáveis de conflitos e mal entendidos e resultará num Atendimento eficaz e de qualidade.

Maísa Lima

Curso e-Learnig de Atendimento Telefónico

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